terça-feira, 17 de dezembro de 2013

(Vídeo) - Namoro Bíblico - Paulo Junior (Igreja Presbiteriana de Pinheiros)


Quando posso começar a namorar? - Paul Washer

Quando posso começar a namorar? - Paul Washer

quarta-feira, 27 de novembro de 2013

‘Ficha limpa’: lei britânica permite checar antecedentes de namorado

‘Ficha limpa’: lei britânica permite checar antecedentes de namorado

Clare Wood, que inspirou a nova lei, conheceu seu namorado pelo Facebook e foi assassinada por ele
Clare Wood, que inspirou a lei, conheceu seu namorado pelo Facebook e foi assassinada por ele

Autoridades britânicas vão implementar uma lei que permite que as mulheres consultem a ficha policial de seus namorados. A ideia tem funcionado desde 2012 como projeto piloto nas regiões de Manchester, Wiltshire, Nottinghamshire e Gwent, mas agora será estendida para toda a Inglaterra e País de Gales.
 
A iniciativa é conhecida como “Lei de Clare”, em homenagem à Clare Wood, uma mulher que foi morta por seu ex-namorado em fevereiro de 2009, na cidade de Salford.
 
Ela não sabia que seu ex-namorado, George Appleton, tinha um histórico de violência contra mulheres. Desde então vários ativistas – inclusive a família de Clare Wood – passaram a fazer campanha por uma lei que dê às mulheres acesso aos dados policiais de seus namorados.
 
A lei deve entrar em vigor na Inglaterra e no País de Gales em março. A ministra do Interior, Theresa May, fará um discurso nesta segunda-feira no Parlamento britânico, para detalhar a iniciativa.
 
Imagem: Divulgação
 
Ela disse ao jornal The Sun que até agora há “muita confusão” jurídica sobre o tipo de informação que as mulheres têm direito de pedir à polícia sobre seus namorados. ”A lei de Clare dá às pessoas a informação que elas precisam para fugir de uma situação de abuso físico, antes que tudo termine em tragédia”, disse a ministra.
 
“O esquema nacional permitirá que as pessoas possam tomar decisões bem-informadas sobre suas relações e sobre fugir, se necessário”. No ano passado, 88 mulheres foram mortas pelos seus próprios parceiros na Grã-Bretanha, segundo a ministra.
 
A lei de Clare é inspirada em outra iniciativa, batizada de “lei de Sarah”, que envolve o acesso a dados sobre homens suspeitos de pedofilia.
 
Em um esquema piloto implementado este ano, a lei de Sarah recebeu 315 pedidos de informações sobre possíveis suspeitos de pedofilia. Em 21 dos pedidos, a polícia identificou que a pessoa consultada de fato apresentava algum tipo de risco a crianças.
 
Deixe o seu comentário no Verdade Gospel.
 
Fonte: BBC Brasil
 

terça-feira, 13 de agosto de 2013

quarta-feira, 24 de julho de 2013

terça-feira, 16 de julho de 2013

quarta-feira, 10 de julho de 2013

Os políticos de ideologias: social-democrata, socialista, petista, comunista, marxista, esquerdista e verdista, se uniram, para estabelecer a Nova lei inglesa que estabelece homens como “esposas” e mulheres como “maridos”.

Os políticos de ideologias: social-democrata, socialista, petista, comunista, marxista, esquerdista e verdista, se uniram, para estabelecer a Nova lei inglesa que estabelece homens como “esposas” e mulheres como “maridos”.

Clique no link abaixo para acessar a matéria:
http://jornalsaopaulopresbiteriano.blogspot.com.br/2013/07/os-politicos-de-ideologia-social.html 

quarta-feira, 29 de maio de 2013

Sexo antes do casamento, toques, masturbação e pornografia… É Pecado?

Sexo antes do casamento, toques, masturbação e pornografia… É Pecado?


 
Quando falamos sobre sexo antes do casamento, toques, masturbação e pornografia, a pergunta principal que muitos fazem é: “Isso é pecado?”. Creio que esse questionamento é bastante comum, embora uma resposta convincente seja negligenciada geração após geração. Então, humildemente, quero tratar disto de um modo intelectualmente honesto e indo direto ao ponto, sem enrolação, usando quatro textos-chaves, crendo que não há quem possa negar a verdade da Escritura.
“Digo, porém, aos solteiros e às viúvas, que lhes é bom se ficarem como eu; mas, se não podem conter-se, casem-se. Porque é melhor casar do que abrasar-se” (1 Co 7:8,9).
O raciocínio de Paulo é bem simples. Ele está argumentando sobre a possibilidade de solteiros e viúvas abraçarem o celibato – o não-casamento. Em meio ao seu ensino, ele deixa um conselho curto e importantíssimo sobre desejo sexual. Mesmo que ele ansiasse que estas pessoas não casassem, ele sabia que alguns iriam sentir fortes desejos, correndo o risco de alguém não conseguir “conter-se”. O que essas pessoas deveriam fazer? Que atitudes aqueles que não têm força para conter sua sexualidade devem tomar? Masturbação para aliviar? Pornografia para relaxar um pouco? Dá uns “pega” na namorada? Nada disso. Paulo só apresenta duas escolhas para os que não conseguem vencer seu desejo: ou casa, ou se “abrasa” – o que outras traduções põem como “arder de desejo”.
 
O texto é bem claro, embora não o leiamos com a atenção devida na maioria das vezes. Você, jovem, tem desejos sexuais incontroláveis? Você se sente um poço de luxúria e está a ponto de explodir de vontade? Deus só te permite fazer duas escolhas: ou continuar assim ou se casar – suprindo todo o seu desejo do modo que Ele ensinou.
“Venerado seja entre todos o matrimônio e o leito sem mácula; porém, aos que se dão à prostituição, e aos adúlteros, Deus os julgará” (Hb 13:4).
Esse texto requer um pouco mais de atenção. O escritor usa uma linguagem que pode passar despercebida aos nossos olhos se não formos cuidadosos. Esse texto fala, basicamente, sobre sexo. Temos uma clara ordem para venerarmos, ou seja, prestarmos honras a dois ambientes sexuais intercambiáveis. Primeiro, ao matrimônio; segundo, ao leito sem mácula. Então, ele expõe que Deus julgará os que vivem uma sexualidade oposta ao que deveria ser honrado, ou seja, os que vivem em prostituição e os que vivem em adultério. Podemos perceber, sem muito esforço, que matrimônio é contrastado com prostituição e leito sem mácula, com adultério. Vamos olhar para essas duas oposições.
 
A segunda oposição é simples: percebemos que quando adulteramos, ou seja, traímos nossos cônjuges, pecamos contra o leito sem mácula – que, pelo texto, só pode ser o leito de um casal devidamente casado. Ou seja, toda relação sexual fora do leito de seu parceiro é um adultério (até mesmo as que não saem do campo da mente e do coração, segundo Mateus 5:27,28). Já a primeira oposição é o que chama nossa atenção de um modo mais específico: as atividades sexuais fora do matrimônio são consideradas como um ato de prostituição. Todo sexo que não ocorre dentro de um casamento é uma atitude prostituta – e digna do julgamento de Deus.
 
Amigo, toda atitude sexual que ocorre fora do casamento é considerado, neste trecho da carta aos Hebreus, como um ato de prostituição. A Santa Escritura ordena: “Fugi da prostituição”, e completa: “Todo o pecado que o homem comete é fora do corpo; mas o que se prostitui peca contra o seu próprio corpo” (1 Co 6:18). Fuja de toda atitude prostituta, fuja de todo ato sexual que acontece fora do matrimônio.
“Filho do homem, existiam duas mulheres, filhas da mesma mãe. Elas se tornaram prostitutas no Egito, envolvendo-se na prostituição desde a juventude. Naquela terra os seus peitos foram acariciados e os seus seios virgens foram afagados” (Ez 23:2,3).
O texto é muito simples. Deus está narrando para Ezequiel a história de duas irmãs por parte de mãe que se entregaram à prostituição nas terras egípcias, mesmo quando ainda jovens. O pronto principal que Deus ressalta sobre a prostituição daquelas moças é que “seus peitos foram acariciados e os seus seios virgens foram afagados”. Garotas, se o Senhor trata os “toques” de seu namorado como um ato de prostituição, que tal lutar contra isso como você luta contra o sexo em si? Diante de Deus, é o mesmo pecado.
“Fiz um acordo com os meus olhos de não olhar com cobiça para as moças” (Jó 31:1)
A Escritura testemunha sobre Jó, dizendo que ele era um “homem íntegro, reto e temente a Deus”, que “desviava-se do mal” (1:1). O próprio Senhor Jeová proferiu que não havia “ninguém… na terra semelhante a ele, homem íntegro e reto, temente a Deus, e que se desvia do mal” (1:8). Conhecendo as qualidade que Deus entregou a esse servo, vemos um exemplo disso no capítulo 31 do livro que conta sua história. Jó, expondo as próprias obras de justiça, diz que fez um pacto com sigo mesmo de “não olhar com cobiça para as moças”. O texto de Mateus 5:27,28 deixa claro que o cobiçar alguém já é, em si, um ato de adultério.
 
Como, diante deste ato de Jó, podemos tentar defender a pornografia como aceitável? Não podemos, de modo algum, ceder à nossas vontades carnais que pregam à nossa mente, dizendo que só observar não produz mal algum. Que digamos como o Salmista: “Não porei coisa má diante dos meus olhos” (Sl 101:3).
 
O que nós aprendemos com esses quatro textos bíblicos?
 
Vemos na primeira carta de Paulo aos cristãos da cidade de Corinto que só temos duas escolhas com relação aos nossos desejos: ou casar (que é o recomendado) ou arder em desejo. Masturbação, pornografia ou toques não são opções; ou casa, ou se abrasa.
 
Podemos perceber, pelo texto de Hebreus, que todo ato sexual que ocorre fora do casamento é uma prostituição; e que todo ato sexual que ocorre sem ser com seu cônjuge, é adultério. Então, todo auto-erotismo, sexo pré-matrimonial, preliminares e até masturbar-se quando sua esposa não está afim de ter relações são atitudes dignas do julgamento do Santo Deus.
 
Percebemos pela profecia de Ezequiel que tocar indevidamente em moças é um pecado de prostituição, mostrando, no mínimo, que o relacionamento entre um casal não-casado nunca deve passar de beijos e carinhos comportados.
 
Por fim, Jó nos ensina, com a própria vida, a não cobiçarmos as moças (ou os moços, conseguintemente); levando-nos a perceber que a pornografia ou o voyeurismo são atos pecaminosos que precisam ser mortificados em nossas vidas.
 
Então, amigo, gaste um tempo para lidar com tudo isso. Talvez você já considerasse esses atos como pecaminosos, então medite mais nestes textos e confirme mais as verdades que você já conhecia; se você não tem os pecados sexuais que foram apresentados aqui como realmente pecaminosos, leia os textos bíblicos apresentados aqui com cuidado e oração. Renda-se às verdades apresentadas nas Escrituras e viva a vontade do Pai.
 
Nota: Sei que esse tema é doloroso para a maioria dos jovens. Tratar esses pecados de um modo indiferente e com pouca compaixão é irresponsável e é uma atitude digna de julgamento severo. Não use essas verdades sem amor e nem use o amor como desculpa para diminuir a verdade. Talvez esse texto caia nesta condenação, mas é culpa de seu caráter mais técnico. Vide regra, mansidão é a melhor maneira de tratar escravos desta pecaminosidade. Não esqueça isso.
 
 
 
 
 
Divulgação:
 

(VÍDEO) - Música contra o pecado e depravação do homossexualismo! Querem processar o cantor!

(VÍDEO) - Música contra o pecado e depravação do homossexualismo! Querem processar o cantor!

Clique no link abaixo para assistir o vídeo:
http://familiacalvinista.blogspot.com.br/2013/05/video-musica-contra-o-pecado-e.html

sábado, 18 de maio de 2013

Daniela cantará na Parada Gay (subsidiada pelos impostos dos Cristãos, Católicos, Evangélicos e Pessoas de Bem), e quer prisão para homofóbicos. - O Espírito Intolerante dos Homossexuais é mais violento e cruel que o NAZISMO. Cristãos, Católicos, Evangélicos e Pessoas de Bem que acreditam que o Homossexualismo é Pecado serão os futuros habitantes de Presídios.

Daniela cantará na Parada Gay (subsidiada pelos impostos dos Cristãos, Católicos, Evangélicos e Pessoas de Bem), e quer prisão para homofóbicos. - O Espírito Intolerante dos Homossexuais é mais violento e cruel que o NAZISMO. Cristãos, Católicos, Evangélicos e Pessoas de Bem que acreditam que o Homossexualismo é Pecado serão os futuros habitantes de Presídios. 

Clique no link abaixo para verificar a aberração e sofisma moral:
http://intoleranciahomossexual.blogspot.com.br/2013/05/daniela-mercury-quer-prisao-para.html

sexta-feira, 17 de maio de 2013

quarta-feira, 15 de maio de 2013

A decisão do CNJ é inconstitucional e quebra uns dos fundamentos de uma sociedade civilizada. O conceito de casamento fora das bases sólidas HOMEM com uma MULHER, permitirá e oficializará a PEDOFILIA (Intimidade Inter-geracional), INCESTO, POLIGAMIA e ZOOFILIA...

A decisão do CNJ é inconstitucional e quebra uns dos fundamentos de uma sociedade civilizada. O conceito de casamento fora das bases sólidas HOMEM com uma MULHER, permitirá e oficializará a PEDOFILIA (Intimidade Inter-geracional), INCESTO, POLIGAMIA e ZOOFILIA...

Clique no link abaixo para acessar a matéria:http://direitoreformacional.blogspot.com.br/2013/05/a-decisao-do-cnj-e-insconstitucional-e.html

terça-feira, 14 de maio de 2013

O direito inalienável da necessidade de um PAI e de uma MÃE. Uma ameaça aos direitos das crianças - Entenda porque a adoção por pares homossexuais é um risco ao desenvolvimento das crianças.

O direito inalienável da necessidade de um PAI e de uma MÃE. Uma ameaça aos direitos das crianças - Entenda porque a adoção por pares homossexuais é um risco ao desenvolvimento das crianças.

Clique no link abaixo para ler o artigo:
http://familiaestruturada.blogspot.com.br/2013/05/o-direito-inalienavel-da-necessidade-de.html

quarta-feira, 3 de abril de 2013

Coragem! Diga Adeus ao Namoro!



http://4.bp.blogspot.com/-r_FAnm21R8o/Tb3xyhsAVFI/AAAAAAAAAfA/g1Py2Usp6Wg/s320/namoro-cristao-2.jpg
            
O problema não é com o namoro em si, mas com a fórmula que a cultura ocidental nos impôs goela abaixo.

            A cada ano que passa, conheço mais e mais histórias de jovens cristãos que não conseguem manter sua consciência pura simplesmente porque passam o sinal vermelho no namoro. Depois de tanto pensar nas causas, cheguei a algumas conclusões:
  1. Eles são estimulados pelo vasto apelo visual na mídia impressa, televisiva, cinematográfica, dramatúrgica e cibernética. 
  2. Eles são estimulados pelo vasto apelo visual na mídia impressa, televisiva, cinematográfica, dramatúrgica e cibernética. 
  3. Eles acham que tem que ter beijo de língua, senão não é namoro de verdade. 
  4. Eles acham que podem ficar sozinhos que suportarão o desejo de oferecer o corpo um ao outro. 
  5. Eles acham que possuem controle sobre as paixões do próprio coração. 
  6. Eles ignoram o fato de que um pode manipular as emoções do outro. 
  7. Muitos pensam que podem ter relações sexuais porque se amam e pretendem casar mesmo... 
  8. Se esquecem de que os olhos do Senhor estão em todo lugar. 
  9. Não pensam que o sexo deve ocorrer apenas no casamento porque ele aponta para o relacionamento de Cristo com a igreja (profanam o nome do Senhor). 
  10. Ignoram que o “leito sem mácula” de Hb 13.4 implica em abstinência sexual antes do casamento. 
  11. Não fazem caso do mandamento de nos santificar abstendo-nos da prostituição (fornicação) – 1Ts 4.3.

Isso tudo diz respeito apenas a um aspecto do namoro, que é o excesso de intimidade que naturalmente é desenvolvido entre casais de namorados que se estimulam sexualmente pelos toques, carícias e beijos. Esse excesso de intimidade ocorre porque a fórmula está equivocada.

Eu tenho uma pergunta básica a todos os que aderiram à fórmula usual de namoro: qual o propósito? Se a resposta for preparação para o casamento, eu já digo que o modelo vigente não prepara para o casamento, mas para o divórcio. Geralmente, o pensamento é assim: “namoro para ver se vai dar certo. Se não der, termino”. Ora, não é assim que ocorre o divórcio, especialmente por incompatibilidade de gênios?

Se a resposta for “porque eu quero beijar na boca”, então seria mais coerente com a prática corriqueira. No entanto, biblicamente, isso não é propósito do namoro. Aliás, o que o mundo segue é a ideia de que quanto mais beijar na boca, melhor. Saiu uma reportagem num grande portal dizendo que beijar várias bocas numa festa pode transmitir várias doenças. Mas não é raro que jovens e adolescentes se beijem na boca durante um acampamento apenas para curtir. É o costume mundano de “ficar”.

Se a resposta for “para funcionar como estágio para o casamento”, também está errado, porque o namoro não deveria ser um minicasamento. A maioria dos jovens tem passado por pressões terríveis porque se compromete com alguém e depois desiste. Fica uma impressão ruim de aproveitador(a) e de quem brinca com os sentimentos de outrem. Alguns namorados chegam ao ponto de usar alianças de prata porque estão “comprometidos”. Se a moça vai viajar com a família, tem que pedir autorização ao namorado como se ele fosse dono dela e vice-versa. Que absurdo!

Se a resposta for “para ver se ela (ou ele) será minha esposa (ou meu marido)”, quais deveriam ser os critérios para a escolha de alguém como cônjuge? Posição social? Salário? Beleza física? Promessa de sucesso profissional? Gostos e características pessoais em comum? Voddie Baucham Jr. alerta em seu livro “O que Ele Deve Ser se Quiser Casar om Minha Filha” (Editora Monergismo) acerca desses critérios equivocados.

Ele diz que o primeiro critério, mas que não é o único, é que o futuro cônjuge deve ser crente, ou melhor, servo do Deus Altíssimo. Simpatizantes do evangelho são filhos do diabo e podem ser uma arapuca montada para bloquear o potencial de um cristão no serviço. “Mas ele é melhor que os rapazes da igreja”, pode argumentar alguma jovem enfeitiçada emocionalmente, cega pela paixão por um rapaz bom de papo. Em sua cegueira, não consegue vislumbrar um lar dividido no futuro, a frustração de não poder orar com o marido, porque ele não é crente, e de ver os filhos crescendo com a mente dividida entre os mandamentos de Deus e a vida conforme o próprio querer pecaminoso. “Mas eu orei a Deus e apareceu ele!”, pode argumentar outra. Deus jamais nega a si mesmo. Se ele proíbe o casamento misto em sua Palavra (Gn 28.6-9; Ed 9.1-3,10; Ne 13.23-26; 1Co 7.39; 2Co 6.14), jamais  responderá a uma oração dessas assim.

Outra coisa fundamental é ver se o pretendente está pronto para liderar o lar, como Cristo amou a igreja e se entregou por ela (Ef 5.25-33). No caso da pretendente, estaria ela disposta a se submeter carinhosamente à liderança do marido no futuro? (Ef 5.22-24).

Além disso, as moças deveriam, com a ajuda dos pais, buscar reconhecer no pretendente as seguintes características:  sacerdote, ou seja, se ele se preocupa em guiar os rumos espirituais do futuro lar com a Palavra e, especialmente, a oração; profeta, se ele pretende pregar a Palavra dentro de casa, ensinando a sã doutrina aos filhos; provedor, como aquele que pretende trabalhar arduamente a fim de sustentar o lar e prover o melhor conforto possível administrando com frugalidade;  protetor, como aquele que pretende proteger os filhos e a esposa dos ataques vis da incredulidade, do mundanismo e da violência e maldade do mundo lá fora.

Por essas e outras razões, proponho uma mudança radical. Proponho um novo modelo, que eu chamaria de namoro cristão ou corte. Em primeiro lugar, ele renunciaria o modelo vigente que prevê toque físico e o beijo de língua. As razões estão bem claras no artigo Beijo de Língua postado em 2010 neste blog. O modelo que proponho teria a participação direta dos pais na escolha do cônjuge, como conselheiros e orientadores mais experientes. Também o modelo prevê o ideal inicial de casamento à luz da Bíblia e não apenas um teste para ver se vai dar certo. A corte seria um tempo de conversa e reflexão bíblica, sem caracterizar-se como um minicasamento, no qual um se acha dono do outro. A minha proposta poderia ser chamada de amizade cristã com vistas a futuro compromisso. O compromisso não seria no namoro, mas no único momento possível à luz da Bíblia: o casamento.

Finalmente, não sei se o leitor se encontra como eu, cansado de ver o mundo ditar as regras dentro da igreja. Se eu pudesse voltar no tempo, seria mais feliz. Não teria namorado as moças que namorei, não as teria magoado com o término do namoro, teria conhecido a minha linda e querida esposa no dia 19 de outubro de 2007 na Igreja Presbiteriana de Mairinque (SP), teria cortejado por meses e me casado no dia 1º de agosto de 2008 do mesmo jeito. Graças a Deus que ele nos livrou das garras terríveis do mundanismo com suas consequências diabólicas.

Tenha coragem! Diga adeus à fórmula tradicional de namoro. Chame a novidade do que quiser: namoro cristãoamizade cristã com vistas a futuro compromissocorte... Mas tenha coragem de romper com esta fórmula pra lá de secularizada e antibíblica! Que Deus te abençoe ricamente!

Charles Melo de Oliveira - Pastor Efetivo da Sexta Igreja Presbiteriana de BH
Presidente do CHHM – IPB - http://arteejubilo.blogspot.com / http://bibliacomisso.blogspot.com
Fones: (31) 3024-8959 /
(31) 8482-4048 / (31) 3461-4295

"Mas esmurro o meu corpo e o reduzo à escravidão para que, tendo pregado a outros, não venha eu mesmo a ser desqualificado" (1Co 9.27).
Fonte: http://bibliacomisso.blogspot.com.br/2013/02/coragem-diga-adeus-ao-namoro.html

DIVULGAÇÃO: 



segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013

Por que sou contra o namoro (ou Porque Mr. Darcy me cativa)


Por que sou contra o namoro (ou Porque Mr. Darcy me cativa)



by Drika Vasconcelos

Relutei muito para postar este texto!

Primeiro, porque ainda tenho muito que aprender e entender sobre todo esse assunto. Escrevo para melhor compreender um assunto. Esse post é um desses casos. Há muitos livros que ainda lerei, muitas referências bíblicas que ainda estudarei e muitos sábios que ainda consultarei.

Segundo, por causa do primeiro, confesso que não estou nem um pouco preparada para responder comentários e críticas sobre o que escrevi aqui. Talvez por isso esteja sendo um pouco precipitada. Mas não pretendo impor minhas ideias; pretendo apenas defendê-las. Caso você discorde, fique a vontade para comentar. Não prometo uma resposta certa, mas uma resposta honesta.

Terceiro, porque não sou madura o suficiente para dar continuidade. Tenho a sensação de que a ideia  está no caminho certo... Mas se um casal de namorados chegar para mim e perguntar o que fazer agora da vida, eu sinceramente não saberia responder. Apontaria para o primeiro pastor e conselheiro sábio que conheço.

Quarto, porque alguém pode dizer ou pensar: “É muito fácil você condenar namoro já estando casada” ou “Você se acha melhor do que nós namorados e que pode nos criticar porque você já está casada?” Mas estariam enganados. O casamento não é o troféu de uma corrida; o casamento faz parte da corrida em si. Cristo é nosso prêmio, e Ele se deu a nós, tanto a solteiros como a casados como a viúvos e divorciados, nos unindo como irmãos e irmãs, que devem se amar e se preocupar pelo bem-estar do outro. Isso inclui o bem-estar relacional.

Quinto, porque simplesmente não tem muito a ver com o tema deste blog: a vida de recém-casadas. Por isso, queridas e amadas leitoras fiéis do blog, peço perdão por fugir um pouco do assunto. Prometo que da próxima vez procurarei escrever sobre minhas aventuras na cozinha! (Aliás, essa semana mesmo aprendi a fazer uns pratos super práticos!)

Tendo dito essas coisas, o objetivo deste texto não é criticar, condenar ou julgar namorados e, sim, o conceito do namoro, até dos mais diferentes dos namoros, sua estrutura (ou falta de), sua funcionalidade e sua utilidade. É sugerir um raciocínio, uma visão diferente sobre a relação namoro-casamento, incentivar o uso do discernimento, o pensamento crítico e, mais importantemente, valorizar o casamento para a glória de Deus, custe o que custar.

É importante primeiro definir os termos. Quando falo namoro, estou me referindo a um relacionamento no qual duas pessoas do sexo oposto se comprometeram pública, romântica, emocional e exclusivamente (com ou sem relações físicas) uma à outra sem compromisso imediato de casamento. Eu acredito que cortejo seja consenso entre duas pessoas do sexo oposto para aprofundarem a amizade e o interesse romântico, sem se comprometerem fisicamente, visando em casamento no futuro próximo. Ao contrário do namoro, o cortejo não pode existir em função de si só, mas existe apenas em função de um futuro casamento. As pessoas cortejam para casar e não por cortejar. Noivado é quando há compromisso público de casamento, que é algo bíblico. Assim como cortejo, o noivado não existe em função de si mesmo, mas em função do casamento.

O que então são minhas razões para discordar do namoro?

  1. Não há limites definidos para o começo ou fim de um namoro. Hoje em dia, a mania é dizer que namoro só começa de verdade quando você “oficializa” no Facebook. O término é pior ainda. É comum ouvir também: “Eu acho que a gente acabou... Mas não tenho certeza. Ele ainda me liga, a gente se gosta...” ou “A gente tá namorando então?” ou “Então já posso te chamar de namorado/a?” ou “Estamos dando um tempo” ou “A gente tava ficando mas a coisa se tornou mais séria. Acho que já estamos namorando.”
  2. O namoro é desestruturado por natureza. Não há regras para o namoro. Os pastores e conselheiros com certeza tentam estabelecer regras e parâmetros, desesperados para guiar os jovens pelo parque de diversões sem comprometerem sua pureza, mas, sem uma orientação mais clara da Bíblia e sem a autoridade da mesma, dificilmente alguém dá ouvidos. Eu, pessoalmente, sou péssima para dar conselho sobre namoro porque não posso dizer nada bíblico a não ser “mantenha a pureza” e “ame ao seu próximo como a si mesmo”. O resto é psicologia, senso comum, opinião própria, fofoca e conceitos estabelecidos pela cultura.
  3. O namoro é um espaço que incentiva você a ver até onde pode ir fisicamente. Oferece uma falsa ilusão de que você pode se manter puro mesmo provocando aquilo que facilmente te dominará. O namoro te dá uma arma e diz: “Pode brincar.”
  4. Namoro dá espaço para “enrolar” sem culpa. “Estamos namorando pensando em casamento.” Só pensando? Se você está solteiro, não está namorando e quer casar, o primeiro passo não é arrumar uma namorada(o), não! É virar homem/mulher de verdade, aprofundar-se no seu amor por Deus e criar condições financeiras para poder se casar. Na Bíblia, não há muito requisito específico para quem quer casar, mas está escrito: “Deixará o homem pai e mãe, e se unirá a sua mulher, e serão dois numa só carne.” Primeiro, precisa ser homem de verdade e não criança. Segundo, precisa deixar pai e mãe, e só no final o homem se unirá a sua mulher. E só depois de tudo isso que se tornarão dois numa só carne. Qualquer outra ordem dessas etapas me parece ser uma distorção. No entanto, hoje em dia, todo mundo é incentivado a encontrar namorado e namorada antes de sequer ter a maturidade para lidar consigo mesmo.
  5. O namoro existe em função de si mesmo. Ele não necessita compromisso futuro para existir. Nem mesmo aqueles nos quais há sonhos de casamento. Ele não depende de casamento, noivado, nem qualquer outra promessa, apenas de si mesmo. Se namoro existisse em função do casamento, ele seria mais direcionado, objetivo e mais curto, entre outras coisas, pois o objetivo não seria namorar, mas casar.
  6. Namoro pode destruir laços de amizade. Enquanto casamento fornece um ambiente seguro para se desenvolver um relacionamento entre um casal de amantes e amigos, o namoro põe a amizade em cheque e, muitas vezes, a destrói com seu fim. Me lembro de um episódio de Smallville, no qual Clark Kent está pedindo Lana Lang em namoro e ela pergunta, “E a nossa amizade? Como fica? Ela sobreviverá esse relacionamento?” Será que Deus aprovaria algo que colocaria a amizade e o amor entre dois irmãos em Cristo em cheque? Mais uma coisa para se pensar!
  7. Por tudo isso, o namoro é compromisso sem compromisso. Nossos corpos prometem coisas que talvez não poderemos cumprir. Não há nada que o sustente a não ser a paixão de um pelo outro e, se em alguma altura um perder essa paixão, não há nada que mantenha os dois juntos. Portanto, além de ser um ensaio para casamento, também pode ser um ensaio para divórcio. É só vermos como nos referimos à família do namorado(a): sogra, sogro, cunhada, etc. ou então, quando terminamos: ex-sogra, ex-sogro, etc.
  8. Consequentemente, namoro abre espaço para “ver se dá certo”. Transforma as pessoas em roupas que devem ser provadas antes de serem compradas. “Vamos terminar, a gente não dá certo.” “Tem outra pessoa nesse mundo melhor para você do que eu.” E então, a pessoa nesse sistema pode passar por vários pseudo-casamentos até escolher o “certo”.
  9. O namoro serve muitas vezes como um tapa-buraco. Somos seres carentes. Não queremos estar sozinhos, então arrumamos alguém para “estar lá”, sem ter que abrir mão da vida de solteiro. Muitas vezes, em vez de procurarem aprofundar seu relacionamento com Deus e permitir que Ele supra essa carência, os cristãos procuram suprir esse vazio com um outro alguém. Relacionamentos são dádiva de Deus, mas qualquer um que nos tira a atenção do nosso relacionamento com Deus é um ídolo na nossa vida.
  10. Namoro rouba o cristão de seu tempo valioso como solteiro. A Bíblia nos diz que o solteiro serve ao Senhor muito mais eficientemente do que o casado pois não precisa cuidar de uma família. Como solteiro, você tem o tempo e a disposição e a liberdade para servir ao Senhor da melhor forma possível, sem ter a obrigação de cuidar de uma esposa ou um marido. No namoro, apesar de estarem solteiros legalmente e diante de Deus, os namorados se tratam como esposa e marido, exigindo tempo juntos, atenção, afeto, carinho, etc. e se roubam muitas vezes mutuamente do tempo que o outro poderia estar usando para servir melhor ao Senhor.
  11. Namoro desvaloriza o processo de maturação. Existem alguns pássaros cujo ritual de corte envolve os machos construindo o melhor ninho possível para então conquistar a fêmea. E os machos precisam aprender e adquirir experiência, construindo muitos ninhos até acertarem e conquistarem suas parceiras. Talvez poderíamos, além de aprender com a formiga, aprender com esses pássaros. O namoro no conceito de hoje rouba tanto o homem quanto a mulher desse processo precioso. Desvaloriza o processo de aprendizagem e maturação do homem que precisa se preparar para liderar e sustentar o lar. Afinal, se já conquistei a mulher, qual é a pressa? Além disso, incentiva as mulheres a escolherem seus homens precipitadamente. O critério da escolha muitas vezes é beleza, compatibilidade, maturidade falsa, tudo menos a capacidade de, de fato, ser um marido. Por isso, talvez não seja a melhor das ideias os pais usarem uma idade como critério para o namoro dos filhos, mas, sim, a maturidade, capacidade e desejo de ser uma boa esposa ou um bom marido. É uma boa ideia também ficarem de olho nos pretendentes das suas filhas para verem não se “é um bom menino” mas se “será um bom marido”.
  12. A Bíblia não fala de namoro, mas sim de casamento. Se o casamento é uma representação da aliança de Cristo com a Igreja, tudo que se refere, fala de, ou está ligado ao casamento deve ser submetido à luz deste conceito. O que seria o namoro nessa representação? Será que Cristo passaria um tempo de intimidade conosco para ver “se daria certo” antes de se comprometer? Por que então nós adotamos esse hábito?
  13. Deus é um Deus de pacto e aliança, não só de palavra. Ele nos mostra Seu amor por nós através da segurança de uma aliança. No caso de um compromisso desta proporção, de nada adianta você dizer que estará com a pessoa para sempre se não pactuar isso.
Vale a pena pensar sobre isso... Por que achamos que é necessário namorar para casar? É a Bíblia ou a sociedade que dita isso? O que será que a glória do namoro tem feito com a glória do casamento? Talvez seja hora de levarmos isso mais a sério. A ideia de namoro não precisa ser somente repensada e redimida. Talvez seja necessário trocá-la completamente por algo que glorifique o casamento para a honra de Cristo de todas as maneiras possíveis, algo que o namoro por natureza, falta de estrutura, regras e limites é incapaz de fazer.

Hoje em dia, querer evitar namoro é constrangedor e difícil. Isso porque já são poucas as pessoas que pensam assim, e namoro é tão comum que há o medo de que se você não pegar seu prêmio rápido, você o perderá para outros.

A pergunta que não quer calar: Como casar sem namorar? Como saber que ela ou ele é a pessoa "certa" para casar?

A resposta talvez não seja tão simples, mas começa assim: O namoro pode nos ensinar de relevante sobre uma pessoa que uma boa amizade não pode? A amizade nessa época é o que mais precisa ser cultivada. Cristo nos chamou de amigos! Conheçam-se, conversem, troquem ideias, discutam, saiam juntos com outros e cultivem uma amizade madura. Há tantas brigas e desentendimentos que podem ser evitados no casamento se houver uma boa base de amizade. O marido deveria ser o melhor amigo da esposa e a esposa a melhor amiga do marido. Claro, não estou descartando o interesse romântico, o estar “apaixonado”. Hoje em dia, na nossa cultura, não há motivo para se casar se você não tiver interesse romântico na pessoa. Mas uma paixão madura e duradoura no casamento é fruto de uma boa amizade.

Sou tendenciosa, mas a ilustração perfeita para isso é o meu filme/livro predileto: Orgulho e Preconceito de Jane Austen, no qual o galante Mr. Darcy e a obstinada Elizabeth passam por todo um processo estranho de conhecimento e reconhecimento um do outro, no final do qual se tocam no quanto o outro é maduro e possui bom caráter e que estão apaixonados. E vão direto ao casamento! Sem namoro! Wow! Muitos chamam isso de cortejo e é uma opção muito válida!

Conclusão? Acredito que o namoro seja totalmente desnecessário para um casamento feliz. Não só isso, mas atrevo-me a dizer que talvez o namoro seja mais prejudicial ao casamento do que eu imaginava. Será que seria possível a construção pelas igrejas e famílias de um novo conceito de relacionamento pré-matrimonial, mesmo numa sociedade que com certeza nos taxará de antiquados e loucos? A mudança se dá aos poucos.